domingo, 22 de dezembro de 2024

Agradeço imensamente e espero que esta reflexão seja relevante para o senhor.

 



Seríamos inaptos para salvaguardar nosso país?



Resumo:

Deixe-me elucidar os fatos! Você sabia que entre 1860 e 1912, o Império do Brasil viveu o chamado Ciclo da Borracha? Naquela época, o país supria 90% das demandas do mercado global.

Aqueles que não têm conhecimento histórico estão destinados a cometer os mesmos erros do passado.

Na época, o Império Brasileiro detinha 90% do mercado mundial de borracha, causando um grande desconforto e ira ao Império Britânico. Os britânicos não estavam contentes com essa circunstância, e imediatamente enviaram um agente secreto (espião - spy) para o Império do Brasil. Com uma estratégia bem planejada, Essa tática utilizada pelo império britânico conseguiu romper o monopólio do Império do Brasil que possuía sobre 90% do mercado mundial de borracha. Naquele período, a indústria estava em expansão acelerada, e o mercado de borracha estava em expansão. Na cidade de Manaus, localizada na floresta amazônica, existia a maior indústria de borracha do planeta, tornando-a a mais próspera da América do Sul no final do século XIX. A cidade alcançou tal prosperidade que foi apelidada de Paris dos trópicos. Os barões da borracha acreditavam que poderiam dominar o mundo, devido às árvores produtoras de latex, conhecidas como seringueiras na região. porém os britânicos não permitiriam tal domínio. Portanto, em 1860, os britânicos já estavam preparando um plano sigiloso para aniquilar o monopolista da borracha do Império do Brasil.

Palavras-chaves: economia, estratégia de nação, plano de nação, geopolítica e espionagem.


Qual era a estratégia? 

O objetivo é simplesmente roubar este monopólio do Império do Brasil! Como isso seria? 

Portanto, em 1876, o Sir Henry Alexander Wickham elaborou uma estratégia para roubar as sementes de seringueira e transportá-las através de navios, e cruzando o oceano Atlântico. Este plano foi aprovado e financiado pelo império britânico, e o espião Sir Henry Alexander Wickham executou uma operação de biopirataria no Império do Brasil, subtraindo mais de 70 mil sementes de seringueira.


O que é Biopirataria? 
A biopirataria pode ter consequências graves, como: Perda de recursos naturais e conhecimentos tradicionais, Extinção de espécies, Prejuízos financeiros, Impacto direto nas comunidades locais e no equilíbrio ecológico.


As sementes foram levadas até o jardim botânico real (royal botanic gardens), atualmente conhecido como Kew Gardens. Em que os profissionais conseguiram cultivar com extrema atenção para começar o planejamento de produção da plantação. Apenas 2 mil das 70 mil sementes germinaram, o que foi o bastante para dar início ao plano de romper o monopólio da borracha do Império do Brasil. Enquanto o Império do Brasil não dispunha de uma fiscalização portuária rigorosa, e os barões acreditavam que poderiam dominar o mundo através do império da borracha, os britânicos riam e iniciavam o plano para desmantelar a cadeia logística do Império do Brasil no mundo. A semente de seringueira foi espalhada discretamente pelas colônias britânicas, incluindo Ceilão, Malásia, Sri Lanka e Indonésia. Em diferença com o Império do Brasil, as seringueiras eram mais exploradas, geridas e produziam mais rapidamente do que o Império do Brasil. Onde isso foi realizado? Na Ásia, o clima era ideal para isso, resultando em uma produção muito mais acelerada. Para se ter uma ideia, em 1920, já havia um milhão de hectares de plantações de borracha na Malásia! O comércio global de borracha passou rapidamente para o sudeste asiático, deixando a economia brasileira para trás.


Diminuição na produção brasileira de borracha. Para terem uma ideia, a queda ocorreu rapidamente: Em 1910 - caiu em 50% de produção global. Em 1912 - caiu em 30% de produção global. Em 1940 - chegou a 1,3% de produção global.

A tática de espionagem e biopirataria pôs fim ao monopólio brasileiro da borracha.

O Brasil perdeu sua fonte de subsistência, levando cidades e indivíduos ao caos. A

transferência para o sudeste asiático provocou uma alteração na economia mundial, resultando

em um valor reduzido e gerando uma nova economia global.


Tudo teve início com o agente secreto conhecido como Sir Henry Alexander Wickham. Este é o resultado final do império britânico, que nunca brincou de ser uma nação. Até quando vamos negligenciar este tema? Até quando vamos permitir que espiões pratiquem biopirataria e destruam empresas e a economia brasileira? Ainda há alguma incerteza? Você não possui inteligência suficiente para entender essa situação? As ações deste agente secreto reestruturaram as cadeias globais de produção de borracha.



Espião: Sir Henry Alexander Wickham.


Este evento ocorreu em 1860 e continua ocorrendo até os dias atuais, meus senhores.


As agências de espionagem e os espiões moldam o panorama geopolítico e econômico global.


Gurgel Motores S/A

Gurgel Motores S/A foi uma empresa brasileira que produziu automóveis, fundada pelo engenheiro mecânico e elétrico João Augusto Conrado do Amaral Gurgel. O empresário estabeleceu, em 1969, na Avenida do Cursino, em São Paulo, a fábrica de automóveis que levava o seu nome. Em 1975, a empresa transferiu sua sede para Rio Claro. Durante seus 27 anos de existência, a empresa fabricou cerca de trinta mil veículos.

GURGEL - Veículos Elétricos

A Gurgel lançou a pedra fundamental da sua fábrica de veículos elétricos em 24 de junho de 1980, inaugurando um novo edifício na mesma fábrica de Rio Claro. O desenvolvimento desses veículos teve início com o TU, um veículo meramente demonstrativo, sem motor. Em 1981, a marca introduziu oficialmente um veículo elétrico de produção em série: o Itaipu E150. Posteriormente, surgiu o monovolume E400, vendido para empresas estatais. No entanto, os modelos não prosperaram devido ao elevado custo das baterias e à curta autonomia; portanto, a Gurgel decidiu encerrar a fabricação de seus veículos elétricos.

Formigão, picape brasileira que está 46 anos à frente da Tesla Cybertruck


Renha Formigão - Gurgel


Ficha Técnica do Renha Formigão

Fabricante: Renha Indústria e Comércio de Veículos
Ano de Lançamento: 1978
Motor: Volkswagen 1600
Câmbio: 4 marchas
Portas: 2
Capacidade: 2 ocupantes
Dimensões:Comprimento: 4 metrosLargura: 1,65 metrosAltura: 1,36 metros
Peso: 750 kg
Capacidade de Carga: 650 kg
Consumo: 12 km/l
Carroceria: Fibra de vidro


Estou apresentando a vocês a empresa de automóveis brasileira, que estava à frente de seu tempo, em um país que nunca deu valor aos empresários nacionais, nem possui um plano nacional para proteger as empresas do Brasil. 



Engesa - Engenheiros Especializados S.A. 

A Engesa (Engenheiros Especializados S.A.) foi um conglomerado brasileiro de engenharia automotiva e bélica, estabelecido em 1958 pelo engenheiro José Luiz Whitaker Ribeiro. Desenvolveu jipes, caminhões, veículos off-road, tratores e blindados para atender aos mercados civil e militar. Os seus veículos militares foram transferidos para as Forças Armadas do Brasil e de outros dezoito países, principalmente do Oriente Médio, sendo utilizados até o século XXI em conflitos. No seu período de glória, entre as décadas de 70 e 80, a Engesa era considerada uma das "três gigantes" da indústria bélica do Brasil, ao lado da Avibras e da Embraer. No entanto, a crise do setor no final dos anos 80 resultou em sua falência em 1993.


Os Estados Unidos impediram o progresso do blindado EE-T1 Osório!


                                                                               EE-T1 Osório

O EE-T1 Osório é um veículo pesado de combate, criado na década de 80 pela companhia brasileira Engesa. Seria o primeiro tanque principal (MBT) genuinamente brasileiro, competitivo no cenário internacional, em contraste com o Tamoyo da Bernardini, que se adequaria às circunstâncias operacionais e financeiras do Exército Brasileiro. Anteriormente, foi referido como "o produto mais avançado da indústria de defesa do país". Sob o nome de "Al Fahd", participou de uma licitação para o Exército Saudita, porém a escolha pelo M1 Abrams tornou sua produção inviável. A Engesa não conseguiu comprar e declarou falência em 1993.

-> Em 1987, o Diretor de Material Bélico do Exército, General Diogo Figueiredo, expressou ceticismo em relação à concorrência da Engesa com outros lobbies, prevendo que não seriam adquiridos mais de 100 ou 150 Osórios, apesar do sucesso nos testes. As conversas entre os sauditas e brasileiros continuaram: os sauditas anunciaram a intenção de adquirir até 800 unidades, enquanto os brasileiros sugeriram a construção de fábricas em território saudita. Inicialmente, seriam duas encomendas de 300 unidades, cada uma no valor de US$ 11 milhões, somando um total de US$ 3,5 bilhões. Um aumento de 10% no custo resultaria na aquisição de uma unidade pelo Exército Brasileiro para cada dez unidades exportadas. O projeto de industrialização previa a ampliação do parque e equipamentos para a produção de 317 unidades: 280 carros principais, 6 de treinamento e 31 recuperadores blindados. As entregas iniciariam após 15 meses da assinatura do contrato e a produção atingiria 17 unidades mensais.


Mais uma vez, a nação brasileira assistiu aos Estados Unidos destruírem o blindado EE-T1 Osório sem antes entrar no campo de batalha. A ação dos EUA foi implementada no setor industrial, evidenciando claramente a fraqueza do Brasil na diplomacia e na proteção de suas empresas no cenário mundial.


Avibras Indústria Aeroespacial

A Avibras Indústria Aeroespacial é uma corporação brasileira que concebe, cria e produz itens e serviços para a defesa. A sua linha de produtos inclui tanto sistemas de artilharia e defesa de aeronaves, foguetes e mísseis, quanto sistemas de armas para ar e terra, incluindo sistemas de foguetes de artilharia, sistemas para ar-solo de 70 mm e mísseis guiados multifuncionais de fibra óptica.Também produz carros blindados. Por meio de uma divisão denominada Tectran, a Avibras também produz veículos de transporte civil, equipamentos de telecomunicações, equipamentos eletrônicos industriais (Powertronics), pintura automotiva e explosivos. Sua sede está localizada em São José dos Campos, Brasil.

Astros II: Produto de destaque da Avibras, utilizado em seis nações. O Astros II desempenhou um papel crucial em conter a ofensiva iraniana durante a Guerra Irã-Iraque (1980-1988) e foi empregado pela Arábia Saudita contra as tropas iraquianas durante a Operação Tempestade no Deserto (1990).

Astros II

Astros II

O Astros II (Artillery SaTuration ROcket System, ou Sistema de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área). Foi criado em 1981 para satisfazer uma necessidade do Iraque, então sob o comando de Saddam Hussein, que estava em conflito com o Irã e precisava de um sistema de armas capaz de conter a ofensiva iraniana. Simultaneamente, foi considerado um rival para o míssil argentino de média distância Condor II.

Depois de comercializar R$ 1 bilhão em armas entre 1982 e 1987, o Brasil ascendeu à posição de sexto maior exportador do setor. Portanto, a Avibras identificou o Astros II como sua ferramenta mais lucrativa.

A história se repete à nossa frente, é necessário entender as indústrias bélicas e para quem elas estão comercializando seus produtos. A venda do Astro II ao governo de Saddam Hussein não foi bem recebida pelos Estados Unidos. Atualmente, a AVIBRAS enfrenta uma crise, apesar de o governo brasileiro nunca ter apresentado um plano nacional para proteger as empresas estratégicas nacionais. Por que motivo? 

Senhores, estou lhes apresentando a realidade global. Não falei sobre o progresso nuclear e também sobre o programa espacial do Brasil. Ficará para o artigo seguinte. Uma nação sem estratégia nacional está destinada ao insucesso. Não estamos mais dispostos a permitir que outras nações destruam nossa nação. 

Até quando vamos tolerar tal situação?


Acorda Brasil.

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Fonte de pesquisa:

[1] Monopólio de Borracha

https://www.gentedeopiniao.com.br/colunista/hiram-reis-e-silva/a-terceira-margem-parte-cxci-navegando-o-tapajos-parte-ix-o-sequestro-da-hevea-brasiliensis-iii

https://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Wickham

https://www.cedeplar.ufmg.br/pesquisas/td/TD%209.pdf


[2] Gurgel - Renha Formigão

https://velozesbrasil.com.br/2024/07/24/o-inusitado-renha-formigao-a-historia-da-curiosa-pick-up-fora-de-serie/


[3] Engesa - Engenheiros Especializados S.A.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Engesa

https://pt.wikipedia.org/wiki/EE-T1_Os%C3%B3rio


[4] AVIBRAS

https://pt.wikipedia.org/wiki/Avibras

https://pt.wikipedia.org/wiki/Astros_II


Eugênio Preza - Empresário, graduado em História, técnico em telecomunicações, técnico em análise e desenvolvimento de sistemas, além de diversos cursos na área de segurança cibernética.



quarta-feira, 10 de maio de 2023

Inteligência Artificial é a nova revolução industrial.

 



No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) +  Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), preciso urgentemente reavaliar o modelo educacional, cientifico e tecnológico, entretanto é preciso fazermos um fluxograma de comparação com outras nações por exemplo: China, Finlândia, Estônia, Rússia, Israel, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Singapura, Coreia do Sul, Japão e Alemanha às quais já atualizaram a base estrutura do sistema educacional e político, que impactaram as demais áreas do país. Essas nações compreenderam que somente através de investindo na área em pesquisa cientifica, incentivo no desenvolvimento de tecnologia nacionais nas startups, micro e pequenas empresas, impulsionará o desenvolvimento econômico e tecnológico. Através da coleta de informações teremos em nossa base de dados informações para elaborar um mapa chamado plano de nação delineando uma linha de tempo dividido em três etapas curto, médio e longo prazo. Somente desta forma poderemos analisar e revermos como o Brasil ainda está muito atrasado em comparação com às nações mencionadas acima de exemplo. Não poderemos mais ocultar o real cenário que estamos vivendo no território nacional. Ainda mais sobre o tema Inteligência artificial – IA.

Estamos vivendo a quarta revolução industrial é preciso fazermos um upgrade do mindset somente assim vamos evoluir o nosso país em todas as áreas através de camadas. Minimizando a corrupção e maximizando a transparência e a justiça no território nacional. Incentivando e investindo definitivamente na Educação sem o viés “Ideológico” e “Partidários” no território nacional em prol do desenvolvimento Tecnológico Nacional.  Vamos analisar as camadas do sistema brasileiro começando pelo princípio que é a Educação, depois vamos avançando pelo cenário cientifico, pesquisa, artigos e livros. E também não poderia de deixar de lado as startups, micro e pequenas empresas de Inteligência Artificial – IA nacionais e por fim no âmbito político como os políticos do Brasil estão por dentro do tema, se de fato estão preparados!


O modelo de Educação Brasileiro (MEC) tem dado a importância sobre o tema Inteligência Artificial de fato?

Ao analisarmos a educação no território nacional, identificamos que ainda não é mencionado os benefícios da Inteligência Artificial para a população Brasileira. Isso é gravíssimo, para minimizar o impacto de falta do conhecimento no território nacional o órgão responsável pela está situação educacional que é o (MEC) preciso desenvolver cursos para qualificar os professores desde o nível da base educacional até ao âmbito acadêmico. Para termos a noção sobre o tema de Inteligência Artificial – IA na China, as escolas já estão ensinando as crianças de 7 anos sobre a linguagem de programação, que é primordial para o desenvolvimento de qualquer sistema no mundo digital.

No atual cenário Brasileiro, aonde temos um centro tecnologia de Inteligência Artificial? De Incubadoras para Startups? Você poderia me apresentar o nome do município e o estado? Se tivermos um centro de estudo e pesquisa no Brasil, este tal centro é conhecido pela população brasileira? Agora vamos ver o cenário no Estados Unidos; eu vou apresentar o nome da cidade e o estado abaixo:

 

Estados Unidos

O nome é Vale do Silício, localizado na parte sul da região da Baía de São Francisco, na Califórnia – Estados Unidos, é o abrigo de muitas start-ups e empresas globais de tecnologia. Google, IBM, Microsoft, Dell, Facebook, Apple e outras. Também recebe investimento da Defense Advanced Research Projects Agency – DARPA, o Pentágono e a sede do Departamento de Defesa do Estados Unidos e o Central Intelligence Agency – CIA, NSA, FBI, Lockheheed Martin Corporation e a NASA e outras empresas e órgãos do governo investem em estudos e pesquisas desenvolvida no Vale do Silício para o desenvolvimento do país.

 

China

Agora vamos para China; temos no bairro de ZhongGuanCun, está localizado na parte noroeste da cidade de Pequim. É conhecido como o “Vale do Silício Chinês”, que é o coração pulsante do movimento de IA da China. Empresas como Baidu, Tencent e Alibaba essas três gigantes chinesas da internet investem em IA. E também empresas de tecnologia como WeChat, Weibo, o Alipay, do Alibaba. E outras empresas privadas e governamentais investem em IA. Hoje a China é uma referência mundial de IA. Porque será? Investimento em educação, pesquisa e nas dezenas de startups nacionais chinesas.

Nos Estados Unidos tem 65 instituições oferecendo curso de Inteligência Artificial – IA. Agora vamos conhecer como está o cenário na China. Universidades Chinesas já oferecem 400 cursos superiores de formação em Inteligência Artificial – IA. Como a China já está moldando o futuro da economia digital. No Brasil aonde encontro o curso de IA?

Seguem abaixo uma lista aonde encontraremos as instituições que aplicam o curso de IA no Brasil:

Foi criado o curso de IA pela Universidade Federal de Goiás – UFG no ano de 2020.

Habilitação: Bacharelado em Inteligência Artificial.

Duração prevista: 8 semestres

Período: Integral.

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Centro Universitário UniDom Bosco - EaD

Habilitação: Ciência de Dados e Inteligência Artificial

Duração prevista: 48 meses

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FIAP Graduação

Habilitação: Inteligência Artificial

Tecnólogo: 2 anos.

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 Cruzeiro do Sul Virtual – Educação a Distância EaD

Tecnólogo Inteligência Artificial

Duração: 2 anos, em 4 semestres.

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Encontramos os cursos de Inteligência Artificial - IA bacharelado e tecnológico no território nacional, estamos atrasados em comparação com as demais nações citadas acima. O importante que foi dando o primeiro passo, agora e focar. Conforme vimos acima agora o Brasil terá qualificação da mão-de-obra nesta área que é de suma importância para o desenvolvimento do país, iniciamos e desejamos também fazer parte da 4° Revolução Industrial. Sobre livro nacional de Inteligência Artificial – IA ainda não temos mitos autores brasileiros. Encontramos muitos livros e artigos de IA em Inglês, russo e mandarim. Desejamos que o em breve o Brasil produza mais ártico de pesquisa na área de IA.

O empresário e professor Sandro Silva idealizador e criador do Livro ilustrado; Meu Primeiro Livro de Programação – ISBN: 978-85-906750-1-3, livro para crianças, introduzindo conceitos de programa de forma leve, lúdica e criativa. Para crianças de 03 até 7 anos. Sandro Silva fez uma cota on-line para imprimir o seu livro. Podemos observar que foi a iniciativa privado, graças ao Professor Sandro Silva. Recomento o livro escrito pelo Kai-Fu Lee; Inteligência Artificial – ISBN: 978-65-80634-32-3 para compreender melhor o cenário mundial sobre Inteligência Artificial – IA.

 

No Brasil temos a Associação Brasileira de Inteligência Artificial – ABRIA. Foi fundada em 2017, a ABRIA - Associação Brasileira de Inteligência Artificial, mapeia iniciativas brasileiras no setor de Inteligência Artificial e a ajuda na formação de mão-de-obra especializada, além de promover a troca de informações entre empresas nacionais e internacionais.

Site: https://abria.com.br/

 

Também temos no Brasil a I2AI (International Association of Artificial Intelligence) é uma associação sem fins lucrativos que conecta pessoas, negócios, conhecimento e tecnologia aproximando as diversas partes de um ecossistema para acelerar a adoção sustentável da Inteligência Artificial no mundo.

Site: https://www.i2ai.org/about-us/

 

Como vimos acima, temos duas associações de IA no território nacional, agora, temos que incentivar, memoriar e investir nas startups de IA nacionais que venha suprir as necessidades empresarial e governamental brasileira, assim não ficaremos refém aos produtos internacionais como por exemplo de hardware e software. É inadmissível o Brasil ter que depender e comprar tais produtos, sendo que no território nacional temos todos os minerais necessário para serem desenvolvido 100% os componentes no Brasil. Cabe ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES ter a flexibilidade, desburocratizar e dialogar com as startups no Brasil e investirem no desenvolvimento de empresas de IA nacionais. A China compreendeu a importância de incentiva e investem nas empresas de IA nacionais, hoje em dia temos umas grandes diversidades de empresas e produtos chinês. O Brasil também tem a capacidade de produzir e competir, só bastar o BNDES olhar para os jovens empreendedores brasileiros. Será que isso é possível?

São diversos os pontos positivo da Inteligência Artificial – IA que ajudará no desenvolvimento da nação, por exemplo: IA na agropecuária, medicina, segurança pública, direito, automação em vários setores industrial, drone, robóticas, automóveis, transporte público, saneamento, urbanização, smart city - cidade inteligente, Internet of Things - IoT, supermercado inteligente, aplicativos de táxi, itens para sua residência. Tudo isso que apresentei para vocês será preciso que tenhamos mão-de-obra qualificada que serão os engenheiros de Inteligência Artificial, computação, elétrica, aeronáutico, aeroespacial, programadores em Python, Java e outras, cientistas de dados, técnicos de TI, técnicos em telecomunicações. Ou seja, uma mão-de-obra 4.0 tecnológica de alto nível.

A China tem uma cidade chamada Shenzhen, está localizada no sudeste da China. Nós últimos anos, essa jovem metrópole industrial na costa sul da China se transformou no ecossistema mais vibrante do mundo para a construção de hardware inteligente. A construção de vários eletrodomésticos inteligentes baseados em sensores: purificadores de ar, panelas de arroz, geladeiras, câmeras de segurança, máquinas de lavar roupa e aspiradores de pó autônomos. A empresa Xiaomi não constrói todos esses dispositivos. Em vez disso, investiu em 220 empresas e incubou 29 startups, muitas delas operando em Shenzhen, cujos produtos inteligentes estão ligados ao ecossistema Xiaomi. É também um ecossistema que produziu quatro startups unicórnio e está levando a empresa a um IPO em inglês: Initial Public Offering, previsto que pode avaliá-la em carca de 100 Bilhões de dólares.




Inteligência Artificial no âmbito político brasileiro

No Brasil, geralmente maioria das vezes é apresentado um projeto de lei sem ter uma quantidade de dados plausíveis que poderá ajudar no desenvolvimento do país. Para que isso não aconteça é preciso que o politico tenha uma equipe de assessores que dialogam com determinado órgão, faça uma pesquisa nas universidades e faculdades obtendo dados positivos, ou até de outras nações que ajudaram o desenvolvimento do país. Como estamos falando de Inteligência Artificial é preciso que o diálogo seja transparente e construtivo em prol do desenvolvimento da sociedade brasileira. Na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no Título VIII – Da Ordem Social, capítulo IV Ciência, Tecnologia e Inovação. Art. 218. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação. (EC no 85/2015). Na Constituição tem o artigo escrito de uma forma bem clara e objetiva, ao compararmos a realidade no território nacional não poderemos afirmar com a mesma clareza da nossa Constituição. A falta de gestão pública, planejamento e investimento deixa a desejar grotescamente. O Brasil tem 5.570 municípios, muitos deles ainda não tem o conhecimento sobre Inteligência Artificial - IA e os seus benefícios para a sociedade.

Como anda os projetos de Lei pela Câmara dos Deputados e pelo Senador Federal no Brasil?

Vamos acompanhar abaixo os projetos de lei:

    No Senado Federal foi apresentado no dia 16/09/2019 pelo Senador Eann Styvenson Valentim Mendes (PODEMOS - RN) o Projeto de Lei N° 5051, de 2019 – Ementa: Estabelece os princípios para o uso da Inteligência Artificial no Brasil.

PL N° 5051, de 2019

Segue o link abaixo:

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138790

 

    Na Câmara dos Deputados foi apresentado no dia 04/10/2021 através do Deputado Federal Eduardo Henrique Maia Bismarck (PDT-CE) apresentou um projeto de lei PL N°21/2020 – Ementa: Estabelece princípios, direitos e deveres para o uso de inteligência artificial no Brasil, e dá outras providências. Que está aguardando apreciação pelo Senado Federal.

PL N°21/2020

Segue o link abaixo:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2236340

   

 No senado Federal foi apresentado no dia 03/05/2023 pelo Senador Rodrigo Otavio Soares Pacheco (PSD-MG) o Projeto de Lei N° 2338, de 2023 - Ementa: Dispõe sobre o uso da Inteligência Artificial.

PL N° 2338, de 2023

Segue o link abaixo:

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157233

 

Finlândia 



    Há exatamente 3 anos concluí o curso de Inteligência Artificial (Artificial Intelligence) pela University of Helsinki na Finlândia. Data: 18/02/2020.

Curso de Inteligência Artificial pela University Of Helsinki -  Terá 6 capítulos:

(Chaptet 1 What is AI), 

(Chapter 2 AI problem Solving), 

(Chapter 3 Real world AI), 

(Chapter 4 Machine Learning), 

(Chapter 5 Neural Networks), 

(Chapter 6 Implications) + Certificado de Aprovação.

    A Finlândia está entre os melhores países do mundo em educação. No ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) realizado desde 2000, a Finlândia aparece em segundo lugar na alfabetização em leitura empatada com o Canadá entre os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Fica atrás da Estônia e de países que não fazem passe da organização, como China, Cingapura, Macau e Hong Kong. Com 520 pontos, a Finlândia está no sexto lugar em educação entre todos os países e regiões participantes (veja o ranking completo, em inglês). O Brasil ficou em 57º no ranking.


Resumo

    Nossa realidade no território brasileiro sobre o tema de Inteligência Artificial – IA, ainda e tratada com um bicho assombroso! Tudo isso é a falta de dialogo e conhecimento. Como uma sociedade vai compreender as vantagens e os benefícios da IA? Se os próprios órgão responsáveis para o desenvolvido não incentiva, não investem em inovação e tecnologia em startups nacionais. Brasil é preciso fazer um upgrade e atualizar o sistema educacional (MEC), científico, inovação e tecnologia (MCTI). Para que isso seja realizado é preciso desburocratizar, flexibilizar, dialogar e ter transparência. Temos um país que tem tudo para ser uma potência, precisamos de gestão pública, planejamento e investimento nacional. A população mundial não perderá o seu emprego, pelo ao contrário teremos mão-de-obra 4.0 com altíssimo nível de conhecimento. 


#Educação #Pesquisa #Investimento #InteligênciaArtificial 


sexta-feira, 5 de maio de 2023

Por que o Brasil NUNCA ganhou um Prêmio Nobel?

 


Prêmio Nobel

O cientista sueco Alfred Nobel estabeleceu os prêmios em 1895. Os Prêmios em Química, Literatura, Paz, Física, Economia, Fisiologia e Medicina foram concedidos pela primeira vez em 1901. Entre 1901 e 2021, o Prêmio Nobel em Memória de Alfred Nobel foram concedidos a 975 pessoas e organizações. Ou seja de 1901 até 2023, são exatamente 122 anos o Brasil nunca ganhou um Prêmio Nobel! Porque será? É preciso urgentemente revermos o nosso modelo educacional brasileiro. 


BAIXÍSSIMO INVESTIMENTO EM PESQUISA

No Brasil em 2021, foi investido apenas 1,2% do PIB em P&D, enquanto que os Estados Unidos e Alemanha, investem mais de 3% dos PIBs.

Quando comparamos as agências de fomento, a situação fica ainda mais crítica: os orçamentos das duas principais agências brasileiras (CAPES e CNPq) para o ano de 2021 foram apenas R$ 4,5 Bilhões, em comparação com o equivalente a R$ 45,9 Bilhões (2022) da UKRI do Reino Unido e com os mais de R$220 Bilhões (2022) do NIH dos Estados Unidos.

NÃO VALORIZA OS ALUNOS DE MESTRADO E DOUTORADO

No Brasil as bolsas de pós-graduação estão com valores extremamente defasados, ainda mais quando consideramos o alto custo das grandes cidades.

O Brasil não enxerga os bolsistas da pós-graduação como os principais executores das pesquisas e geradores de conhecimento que eles realmente são. Já ouvimos dizer que: “Mas você só estuda?” durante o mestrado ou doutorado. Lamentável este cenário infértil que vivemos no território nacional. 

Não poderemos de mencionar a falta de orientadores em determinadas linha de pesquisa e áreas que ainda não tem incentivo no Brasil, que já são comuns fora do Brasil. Exemplo: Pesquisa do tema Direito Espacial "Space Law", Inteligência Artificia - IA, Data Science, Robótica, Astrofísica, Aeroespacial, Mineração Espacial, Biotecnologia, Nanotecnologia, Nuclear e outros...

Também encontramos uma grande falta de material para estudar mestrado e doutorado em português, ou até a falta de incentivo para escreverem livros nacionais. Comparando com outras nações sobre a porcentagens de Artigo científicos e também registro de patente e marca no " Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI" que demora muito tempo no Brasil para serem registrado. Já está situação o Japão tira de letra. 

A CARREIRA DE CIENTISTA E PESQUISADOR NO BRASIL É QUASE INEXISTENTE

No Brasil a maioria dos cargos de pesquisador são atrelados ao ensino, o que não é necessariamente o caso no exterior. É preciso rever e mudar o mais rápido está situação dentro do Ministério da Educação (MEC).

No Brasil o enquadramento dos pós-docs chega a ser trágico. O indivíduo estuda um tema específico por anos, defende um mestrado e doutorado e é autoridade no assunto, mas no pós-docs ainda é enquadrado como “bolsista”: sem carteira assinada ou direitos trabalhistas. Isso sem mencionarmos a maior aberração de todas: o pós-docs voluntário. Me diga quem gostaria de trabalhar de graça?

UMA GRANDE DIFFICULDADE NA COMPRA E IMPORTAÇÃO DE INSUMOS E REAGENNTES.

No Brasil, temos uma grande barreira considerável da pesquisa brasileira é a burocracia e demora excessiva na importação de equipamentos e reagentes. Os valores dos produtos super caros, pelo simples “fato de ser produto importado” comparando com a Europa e a América do Norte.

Já na Europa ou na América do Norte você normalmente compra e recebe um equipamento ou reagente dentro de 1 á 7 dias, com um valor acessível a todos, já no Brasil muitas vezes esse tempo pode chegar a meses para serem entregues. Está situação, é pelo simples fato do Brasil de não incentivar ou investirem em startups, micro, e pequena empresas nacionais deixando a população dependente dos produtos importado. 

TAL MÉTRICAS DE “SUCESSO” DAS AGÊNCIAS BRASILEIRAS E A SALAMI SCIENCE

Os pesquisadores Brasileiros se veem obrigados a terem alto desempenho e pontuação segundo as métricas das agências brasileiras. Métricas essas que favorecem a chamada “Salami Science”, divisão de um projeto ou estudo em mais publicações, o que normalmente diminui o impacto e alcance das publicações produzidas.

Resumo

Conforme vimos o texto acima, o real cenário que vivemos no Brasil, será que de fato um dia ganharemos o Prêmio Nobel? 

No Brasil apesar dos pesquisadores brasileiros fazerem um excelente trabalho, especialmente dadas as condições que tem, o investimento em pesquisa é essencial para grandes descobertas e também para o desenvolvimento econômico do País. Só bastar olhar para os Estados Unidos, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Finlândia, Suécia, Estônia, Rússia e a China. Ao analisarmos todos os países mencionados acima, vimos que eles tem um plano de nação e seguem uma linha de gestão, planejamento e investimento no período de curto, médio e longo prazo. A visão do sistema político no Brasil é de apenas  4 em 4 anos, uma visão limitada que não ajuda o país desenvolver-se. 

#Educação #Pesquisa #Ciência #Investimento